Quando Gandhi estudava Direito na Universidade de Londres tinha um professor chamado Peters, que não gostava dele, mas Gandhi não baixava a cabeça.
Um dia o prof. estava comendo no refeitório e sentaram-se juntos.
O prof. disse:
- Sr. Gandhi, você sabe que um porco e um pássaro não comem juntos?
Ok, Prof..... Já estou voando...... e foi para outra mesa.
O prof. aborrecido resolve vingar-se no exame seguinte, mas ele responde, brilhantemente, todas as perguntas.
Então resolve fazer a seguinte pergunta:
- Sr. Gandhi,
indo o Sr. por uma rua e encontrando uma bolsa, abre-a e encontra a Sabedoria e um pacote com muito dinheiro.
Com qual deles ficava?
Gandhi respondeu....
- Claro que com o dinheiro, Prof.!
- Ah! Pois eu no seu lugar Gandhi, ficaria com a sabedoria.
- Tem razão prof, cada um ficaria com o que não tem!
O prof. furioso escreveu na prova "IDIOTA" e lhe entregou.
Gandhi recebeu a prova, leu e voltou:
E disse...
- Prof. o Sr. assinou a prova, mas não deu a nota!
😂😂😂
Moral da historia.
Semeie a Paz, Amor, compreensão. Mas trate com firmeza quem te trata com desprezo. Ser gentil não é ser capacho, nem saco de pancadas!
quinta-feira, 30 de julho de 2015
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Quem sou eu?
Quem sou eu?
Um manso servo de Deus, cuja resiliência é inabalável?
Um homem de Deus cuja direção primária é dada pelo Espírito Santo?
Ou um caniço que, agitado por qualquer vento, balança de um lado para outro, indo da mais profunda santidade à mais alta carnalidade por uma simples palavra de provocação?
Quem sou eu, de verdade?
Um hipócrita, um ator representando um papel? Um velho presbitero mau humorado?
Ou um homem de Deus que luta em prol do Reino de Deus?
Quem sou? Eu...
Um manso servo de Deus, cuja resiliência é inabalável?
Um homem de Deus cuja direção primária é dada pelo Espírito Santo?
Ou um caniço que, agitado por qualquer vento, balança de um lado para outro, indo da mais profunda santidade à mais alta carnalidade por uma simples palavra de provocação?
Quem sou eu, de verdade?
Um hipócrita, um ator representando um papel? Um velho presbitero mau humorado?
Ou um homem de Deus que luta em prol do Reino de Deus?
Quem sou? Eu...
sábado, 18 de julho de 2015
Narciso e Narciso - Ferreira Gular
Narciso e Narciso
Se Narciso se encontra com Narciso
e um deles finge
que ao outro admira
(para sentir-se admirado),
o outro
pela mesma razão finge também
e ambos acreditam na mentira.
e um deles finge
que ao outro admira
(para sentir-se admirado),
o outro
pela mesma razão finge também
e ambos acreditam na mentira.
Para Narciso
o olhar do outro, a voz
do outro, o corpo
é sempre o espelho
em que ele a própria imagem mira.
E se o outro é
como ele
outro Narciso,
é espelho contra espelho:
o olhar que mira
reflete o que o admira
num jogo multiplicado em que a mentira
de Narciso a Narciso
inventa o paraíso.
E se amam mentindo
no fingimento que é necessidade
e assim
mais verdadeiro que a verdade.
o olhar do outro, a voz
do outro, o corpo
é sempre o espelho
em que ele a própria imagem mira.
E se o outro é
como ele
outro Narciso,
é espelho contra espelho:
o olhar que mira
reflete o que o admira
num jogo multiplicado em que a mentira
de Narciso a Narciso
inventa o paraíso.
E se amam mentindo
no fingimento que é necessidade
e assim
mais verdadeiro que a verdade.
Mas exige, o amor fingido,
ser sincero
o amor que como ele
é fingimento.
E fingem mais
os dois
com o mesmo esmero
com mais e mais cuidado
- e a mentira se torna desespero.
Assim amam-se agora
se odiando.
ser sincero
o amor que como ele
é fingimento.
E fingem mais
os dois
com o mesmo esmero
com mais e mais cuidado
- e a mentira se torna desespero.
Assim amam-se agora
se odiando.
O espelho
embaciado,
já Narciso em Narciso não se mira:
se torturam
se ferem
não se largam
que o inferno de Narciso
é ver que o admiravam de mentira.
embaciado,
já Narciso em Narciso não se mira:
se torturam
se ferem
não se largam
que o inferno de Narciso
é ver que o admiravam de mentira.
Ferreira Gullar
sexta-feira, 17 de julho de 2015
Soneto do amigo - Vinicius de Moraes
Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Aniversario da Monica
Quando é que eu poderia imaginar que aquela pequena menina do banco da escola seria uma gigante na luta contra a desigualdade e a favor da justiça social? E que, décadas depois, estaria novamente com ela num mesmo grupo compartilhando bom humor e inspiração? Acho que hoje, no seu aniversário, quem tem que ganhar os parabéns somos nós, que podemos conviver com uma figura tão linda como você. Que seus anos sejam cheios de lutas (porque a luta é a sua cara e a luta se confunde com a vida) e que você vença cada uma delas com a mesma arma que usou até aqui: amor. Um grande abraço de Urso pra você!
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Falar mal
Como Freud já dizia: “Quando Pedro me fala sobre Paulo, sei mais de Pedro do que de Paulo”.
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