terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Fantástica essa analogia:

Fantástica essa analogia:

No ventre de uma mãe havia dois bebês. Um perguntou ao outro:
"Você acredita em vida após o parto?"
O outro respondeu: "É claro. Tem que haver algo após o parto. Talvez nós estejamos aqui para nos preparar para o que virá mais tarde."
"Bobagem", disse o primeiro. "Que tipo de vida seria esta?"
O segundo disse: "Eu não sei, mas haverá mais luz do que aqui. Talvez nós possamos andar com as nossas próprias pernas e comer com nossas bocas. Talvez tenhamos outros sentidos que não possamos entender agora."
O primeiro retrucou: "Isto é um absurdo. O cordão umbilical nos fornece nutrição e tudo o mais de que precisamos. O cordão umbilical é muito curto. A vida após o parto está fora de cogitação."
O segundo insistiu: "Bem, eu acho que há alguma coisa e talvez seja diferente do que é aqui. Talvez a gente não vá mais precisar deste tubo físico."
O primeiro contestou: "Bobagem, e além disso, se há realmente vida após o parto, então, por que ninguém jamais voltou de lá?"
"Bem, eu não sei", disse o segundo, " mas certamente vamos encontrar a Mamãe e ela vai cuidar de nós."
O primeiro respondeu: " Mamãe, você realmente acredita em Mamãe? Isto é ridículo. Se a Mamãe existe, então, onde ela está agora?"
O segundo disse: "Ela está ao nosso redor. Estamos cercados por ela. Nós somos dela. É nela que vivemos. Sem ela este mundo não seria e não poderia existir."
Disse o primeiro:" Bem, eu não posso vê-la, então, é lógico que ela não existe."
Ao que o segundo respondeu: "Às vezes, quando você está em silêncio, se você se concentrar e realmente ouvir, você poderá perceber a presença dela e ouvir sua voz amorosa"

Este foi o modo pelo qual um escritor húngaro explicou a existência de Deus.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Aos nossos filhos-elis regina

Composição: Ivan Lins/Vitor Martins

Perdoem a cara amarrada, 

 Perdoem a falta de abraço 
 Perdoem a falta de espaço, 
 Os dias eram assim 
 Perdoem por tantos perigos, 
 Perdoem a falta de abrigo 
 Perdoem a falta de amigos, 
 Os dias eram assim 
 Perdoem a falta de folhas, 
 Perdoem a falta de ar 
 Perdoem a falta de escolha, 
 Os dias eram assim 
 E quando passarem à limpo, 
 E quando cortarem os laços 
 E quando soltarem os cintos, 
 Façam a festa por mim 
Quando largarem a mágoa, 
Quando lavarem a alma 
Quando lavarem a água, 
 Lavem os olhos por mim 
 Quando brotarem as flores, 
 Quando crescerem as matas 
 Quando colherem os frutos 
 Digam o gosto para mim

Veja: Elis Interpretando


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Dentre todas as cousas, que eu seja a última.

Da Livia, noiva do Jader:



Dentre todas as cousas, que eu seja a última.
Essa semana foi a semana das últimas experiências universitárias. O último trabalho, a última prova, a última vez com determinados grupos de trabalhos e de amigos. A última vez na ponte, na biblioteca, na sala de aula. Foi uma semana que transbordou despedidas que eu não vi chegar.
Me despeço de 4 anos da minha vida.
Os mais intensos, com certeza. 
Bem vividos? Talvez.
De tantas coisas estou me livrando. De outras muitas levarei saudade. Há, ainda, o grupo de coisas que serão esquecidas. Dentre essas, que eu seja a última.