terça-feira, 21 de julho de 2020

Anos 1600-1700 - Retirado do Quora

Ao se visitar o Palácio de Versailles, em Paris, observa-se que o suntuoso palácio não têm banheiros.
Na Idade Média, não existia escovas de dente, perfumes, desodorantes, muito menos papel higiênico. Os excrementos humanas eram despejados pelas janelas do palácio.
Em dia de festa, a cozinha do palácio conseguia preparar banquete para 1500 pessoas, sem a mínima higiene. Vemos nos filmes de hoje as pessoas sendo abanadas.
A explicação não está no calor, mas no mau cheiro que exalavam por debaixo das saias (que eram propositalmente feitas para conter o odor das partes íntimas, já que não havia higiene). Também não havia o costume de tomar banho devido ao frio e à quase inexistência de água encanada. O mau cheiro era dissipado pelo abanador. Só os nobres tinham lacaios para abaná-los, para dissipar o mau cheiro que o corpo e boca exalavam, além de também espantar os insetos.
Quem já esteve em Versailles admirou muito os jardins enormes e belos que, na época, não eram só contemplados, mas “usados” como vaso sanitário nas famosas baladas promovidas pela monarquia, porque não existiam banheiros.
Na Idade Média, a maioria dos casamentos ocorria no mês de junho (para eles o início do verão). A razão é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; assim em junho, o cheiro das pessoas ainda era tolerável. Entretanto, como alguns odores já começavam a incomodar, as noivas carregavam buquês de flores, junto ao corpo, para disfarçar o mau cheiro. Daí termos “maio” como “o mês das noivas” e a explicação da origem do buquê de noiva.
Os banhos eram tomados em uma única tina, enorme, cheia de água quente. O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa. Depois, sem trocar a água, vinham os outros da casa, por ordem de idade, as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças. Os bebês eram os últimos a tomar banho. Quando chegava a vez deles a água da tina já estava tão suja que era possível “perder” um bebê lá dentro. É por isso que existe a expressão em inglês “don’t throw the baby out with the bath water”, ou seja, literalmente “não jogue o bebê fora junto com a água do banho”, que hoje usamos para os mais apressadinhos.
Os telhados das casas não tinham forro e as vigas de madeira que os sustentavam era o melhor lugar para os animais - cães, gatos, ratos e besouros se aquecerem. Quando chovia, as goteiras forçavam os animais pularem para o chão. Assim, a nossa expressão “está chovendo canivete” tem o seu equivalente em inglês em “it’s raining cats and dogs” (está chovendo gatos e cachorros).
Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho. Certos tipos de alimento oxidavam o material, fazendo com que muita gente morresse envenenada. Lembremo-nos de que os hábitos higiênicos, da época, eram péssimos. Os tomates, sendo ácidos, foram considerados, durante muito tempo, venenosos. Os copos de estanho eram usados para beber cerveja ou uísque. Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo “no chão” (numa espécie de narcolepsia induzida pela mistura da bebida alcoólica com óxido de estanho).
Alguém que passasse pela rua poderia pensar que ele estivesse morto, portanto, recolhia o corpo e preparava o enterro. O corpo era então colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto acordava ou não. Daí surgiu o velório, que é a vigília junto ao caixão.
A Inglaterra é um país pequeno, onde nem sempre havia espaço para se enterrarem todos os mortos. Então os caixões eram abertos, os ossos retirados, postos em ossários, e o túmulo utilizado para outro cadáver. Às vezes, ao abrirem os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que o morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo. Assim, surgiu a idéia de, ao se fechar o caixão, amarrar uma tira do pulso do defunto, passá-la por um buraco feito no caixão e amarrá-la a um sino. Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo, durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria o sino tocar. E ele seria “saved by the bell”, ou “salvo pelo gongo”, expressão usada por nós até os dias de hoje.
São várias as fontes do texto acima, porem o mais antigo é da: www.academia.edu/9301360/Curiosidades_dos_anos_1600_a_1700

domingo, 12 de julho de 2020

Latim

Entre os mal-entendidos, o mais comum se refere ao verbo fodere, que não significa o que você está pensando. Adeamus ad montem fodere seminae porris é apenas um convite para ir à montanha plantar sementes de alho porro

sábado, 11 de julho de 2020

Educação de matriz católica versus matriz protestante

Neste link ali por volta de 1min vemos a explicação (rapidinha) da diferença entre a matriz católica x matriz protestante de educação. Os países mais "cidadãos" do mundo foram os educados segundo a matriz protestante, que privilegia a educação de base (protestantismo teve início com a tradução das Escrituras para incentivar a livre interpretação, oposto do que queriam os católicos da época).

https://www.youtube.com/watch?v=r-tttKXAI3A

quarta-feira, 27 de maio de 2020

93 anos da Igreja Presbiteriana de Santa Bárbara d'Oeste

É difícil enxergar claramente o efeito de uma vida comunitária em igreja enquanto estamos inseridos nela. Nem sempre percebemos suas virtudes, uma vez que faz parte da nossa natureza destacar o que incomoda e relevar o que vai bem. Nestes tempos de "isolamento social", um nome que jamais deveria fazer parte do vocabulário do cristão (mas que se tornou temporariamente o mais sábio a se fazer) Deus nos concedeu um tempo para olhar nossa igreja de fora. Imagino que cada um tenha tido sua própria experiência nestes dias. Para mim, o que sinto é que a igreja (a comunidade) me faz melhor. 
Primeiro, ela se traduz em incentivo para o trabalho. Junto a outros há maior motivação para o serviço, para a doação, para o esforço. 
Segundo, podemos claramente fazer mais quando estamos juntos do que separados - servimos melhor, com mais alcance, em maior proporção, mais longe. 
Em terceiro, sinto que a espiritualidade é maior quando estamos juntos. Lembro-me que Jesus disse que ele estaria "quando dois ou três estivessem juntos". Claro que ele está conosco quando estamos sozinhos, mas o que ele quis dizer é que é um estar diferente, um estar potencialmente mais produtivo para o Reino. 
Sinto falta de falar com outros sobre a Bíblia. Sinto falta de debater sobre temas complexos como a vida e a morte. Sinto falta de ouvir das vitórias e, às vezes, das dificuldades de outros. Ainda que seja uma fala muito comum, só posso agradecer a Deus que me deu um igreja onde congregar. Ela está longe de ser perfeita, ela tem muito que melhorar - exatamente como eu mesmo. 
Obrigado, Jesus, pela igreja de Santa Bárbara d'Oeste. Ela é como uma representação material do seu amor e cuidado comigo e com minha família.

quarta-feira, 20 de maio de 2020

Saudade: Planeta Borboleta, na voz Mariana Nolasco

Qual é a cor do planeta em que mora?
Qual é a cor do planeta que você se esconde agora?
Qual é a dor do planeta em que mora?
Qual é a dor do planeta que te atinge e em mim vigora?
De todos os cometas que bateram bem no teu
Planeta Borboleta que voou longe do meu
Qual é a flor do planeta em que mora?
Qual é a flor do planeta que você levou embora?
Qual é a dor do planeta que aflora?
Qual é a dor do planeta que te atinge e não vigora?
De todos os planetas e as cores que eles têm
Planeta Violeta foi a cor da flor do teu
'To com saudade de você
'To com saudade de me ter
Num planeta seu
'To com saudade de você
'To com saudade de te ter
Num planeta meu
'To com saudade de você
'To com saudade de te ter
Num planeta meu e seu
De todos os amores e as flores que eu te dei
Planeta Violeta foi a letra que deixei
Uh uh uh
Uh uh uh
Uh uh uh
Uh uh uh
Eu 'to com saudade de você
'To com saudade de me ter
Num planeta seu
'To com saudade de você
'To com saudade de te ter
Num planeta meu
Porque a saudade de você
Porque a saudade de te ter
Foi maior que o meu eu
De todos os amores e as flores que eu te dei
Planeta Borboleta foi a letra que guardei
Fonte: LyricFind
Compositores: Pedro De Andrade Carvalheiro

terça-feira, 5 de maio de 2020

Aldir Blanc

Aldir Blanc
“Não sou historiador nem sociólogo. Não consultei nenhum livro para escrever o texto abaixo. Minha memória está se movendo como estilhaços do amado caleidoscópio que perdi, menino, em Vila Isabel.

Viva a Comissão da Verdade para que nunca mais coloquem uma grávida nua sobre um tijolo, atingida por jatos d’água, com ameaça: “Se cair vai ser pior”;

Para que senhoras que fazem seu honrado trabalho não sejam despedaçadas por cartas bombas;

Para que um covarde que bote a boca de um homem torturado no escapamento de uma viatura militar não passe por homem de bem onde mora;

Para que orangotangos que se tornaram políticos asquerosos não babem sua raiva na internet: “Nosso erro foi torturar demais e matar de menos”;

Para que presos em pânico não sofram ataques de jacarés açulados por antropóides;

Para que nunca mais teatros e livrarias sejam vandalizados e queimados;

Para que um estudante de psiquiatria não seja obrigado a passar por sentinelas de baioneta calada para ouvir um coronel médico dizer que “histeria é preguiça”;

Para que os brasileiros possam homenagear um autêntico herói nacional, João Cândido, com um monumento, sem que surjam energúmenos prometendo “voltar a explodir tudo se isso apontar para o Colégio Naval”;

Para que a nossa Força Aérea, que nos deu tanto orgulho na Itália, com seus valentes pilotos de caça, não atire pessoas, como se fossem sacos de lixo, no mar;

Para que um pai, ao se recusar a cumprir a ordem de manter o caixão lacrado, não se depare com o corpo destruído do filho, jogado lá dentro feito um animal;

Para que militares honrados não sintam “constrangimento” na busca de Justiça; para que cavalos ( aqueles de quatro patas, montados por outros) não pisoteiem um garoto com a camisa pegando fogo por estilhaço de bomba, na Lapa;

Para que torturadores não recebam como “prêmio” cargos em embaixada no exterior;

Para que uma estudante não desmaie num consultório médico ao falar sobre as queimaduras do pai, feitas com tocha de acetileno;

Para que esquartejadores não substituam Tiradentes por Silvério dos Reis;

Para que inúmeros Pilatos ainda trambicando naquela casa de tolerância do Planalto vejam que suas mãos continuam cheias de sangue e excremento;

Para que nunca mais na vida de uma jovem idealista -o queixo firme, olhos faiscantes de revolta, com a expressão da minha Suburbana no 3X4 que guardo na carteira – seja ceifada por encapuzados. Uma delas, quem sabe?, pode chegar a Presidência da Republica e enquadrar a récua de canalhas."

Não podemos nos calar!”

Aldir Blanc

domingo, 12 de abril de 2020

Que seu retorno seja breve!


Sou a morte.
Vim a existir no mesmo dia em que o pecado surgiu. A primeira vez que tive algo para fazer foi para prover uma cobertura de peles para um casal envergonhado com sua nudez. De lá para cá tenho tido muito trabalho. Há milhares de anos sou temida.
Há dois dias exerci minha mais significativa atividade, carregando para mim o homem *Jesus*. Recolhê-lo foi, pela primeira vez, doloroso. Mas ele estava incapacitado para a vida. *Tinha mais pecado nele do que jamais vi em qualquer outro*, então, não havia outra coisa a se fazer senão recolhê-lo.
É verdade que, apesar daquele pecado todo, havia algo de estranho no homem. Um “que” de dever cumprido ainda permanecia em seu rosto. Como se o fato de morrer fizesse parte de algum plano.
Hoje, porém, algo de totalmente diferente aconteceu. Toda estremecida, enfraquecida mesmo, reencontrei-me com este Jesus. Ele veio em minha direção já desvencilhado de todo aquele pecado. Eu havia me enganado, aquele pecado não lhe pertencia, ele o havia carregado voluntariamente.
Não havia sobrado mais nenhuma razão para que eu pudesse prendê-lo comigo. Sem aquele peso todo nas costas, já caminhando com as costas eretas, pude ver que ele era na verdade o Rei. Assim que ele chegou-se a mim, ordenou-me que o deixasse passar e, totalmente sem forças, obedeci. Eu estava tão fraca que, à sua passagem, fiquei de joelhos.
Quando ele passou por mim, pude vê-lo bem e ele era maravilhoso, cheio de poder, forte e ao mesmo tempo pacífico e amoroso. Quis segui-lo imediatamente, mas ele percebeu, voltou-se para mim e disse: você agora obedece a mim. Em breve lhe darei instruções específicas a respeito de alguns amigos e amigas que reservei para mim. Até lá, siga cumprindo seu dever.
Agora, vez por outra, ao recolher para mim certa pessoa, vejo em seu rosto algo que me lembra muito o Rei, e percebo que esta pessoa é um dos amigos dele.
A verdade é que desde que o Rei se foi nunca mais fui a mesma. Vivo esperando pelo dia em que o verei de novo e receberei dele aquelas instruções específicas acerca de seus amigos. Eu anseio este dia porque sinto que quando ele voltar terei cumprido minha função e poderei descansar.
Que seu retorno seja breve!

sexta-feira, 10 de abril de 2020

Paixão de Cristo


Um homem manietado é jogado ao chão de terra batida. Cospem nele. Torturadores enfiam na sua testa uma coroa de espinhos que se cravam na pele, fazendo o sangue escorrer.
Batem nele com um chicote cujas pontas arrancam pele e carne. Mais sangue. E riem da sua impotência, da sua nudez, da sua vergonha. A perda de sangue produz uma sede terrível, mas ninguém lhe dá nada.
Cambaleando, é obrigado a carregar seu próprio instrumento de tortura às costas, um madeiro pesado - cuspido, espancado, xingado, envergonhado, sujo. A coroa de espinhos na sua cabeça o impede de enxergar direito. Olhar dói.
Vive a expectativa de uma morte demorada, e só a visão da dor excruciante que virá equivale a uma morte inteira. Esta dor se soma à maior de todas as dores: ele se encontra sozinho, abandonado. Ninguém reconhece sua divindade.
Tudo que ele fez é simplesmente ignorado – ele curou, ensinou, dignificou, alimentou e ressuscitou outros, mas ninguém parece se lembrar. Mas ele resiste. Uma chicotada, sede. Falta de ar. Depois um prego. Um ombro deslocado. Outro prego. Tudo devagar demais, lento demais.
E a dor. E a solidão. Mas ele resiste um pouco mais, até não poder mais. O sofrimento é tão grande que o próprio Sol se esconde para não ver. Num derradeiro esforço, esforço final, declara: está feito! E morre. Ninguém jamais morreu ou morrerá assim.
Mas, atenção: a história ainda não acabou. Depois de amanhã tudo será diferente, para nunca mais ser igual.

quarta-feira, 8 de abril de 2020

Aniversário do Gabriel


Há *27 anos* um bebê gordinho, meu bebê, era colocado num bercinho da maternidade. Embrulhado em mantas, o que se destacava eram os olhos – pretos, alertas e redondos como jabuticabas.
*E mamava*. Como gostava de um leitinho! Mas não era muito de dormir, o que hoje até parece uma profecia. Dormia por pouco tempo, aos solavancos, como se não quisesse perder nada do que havia da vida. Estava sempre interessado em algo. Porém, minutos antes de ser vencido pelo cansaço, pendia um pouco o lábio inferior e a cabeça caia um pouco para a direita, e ficava com o olhar distante, até que as pálpebras se fechavam. _Se fosse possível fotografar a paz, o resultado seria aquela imagem._
Passados 27 anos, agora é um *homem feito, barbado, sagaz, esperto, inteligente e culto*. E magro. E crente. E mais um monte de coisas boas que guardo no coração, mas não vou falar aqui, afinal, espero estar presente em muitos próximos aniversários e quero guardar um pouco de elogios e gratidão para os próximos. Mas uma coisa ainda preciso deixar bem claro: eu gosto tanto, tanto deste bebê gordinho! *Eu o amo mais do que a mim mesmo*. E o amarei sempre, enquanto Deus me permitir viver. Parabéns, Gabriel. Dá um orgulho santo ser seu pai!


sábado, 21 de março de 2020

Matamos o filho dEle

Do Padre Fabio de Melo:

Mas você poderia perguntar: "onde está Deus neste momento de morte e tristeza"?
Sem medo de errar eu lhe digo: "No mesmo lugar quando mataram o filho dEle". Façamos a nossa parte.

(Tempos de coronavirus)

segunda-feira, 16 de março de 2020

Sobre a Pandemia do Corona

Álida, às vezes é dificil encontrar um texto bíblico específico para responder a uma situação específica, porque a Bíblia contém principios. Mas em linhas gerais a situação deste Pandemia e como o cristão deve se comportar tem como inspiração estes versículos:

Proverbios 3: 7. Não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao SENHOR e aparta-te do mal; 8. será isto saúde para o teu corpo e refrigério, para os teus ossos.
Aqui temos um princípio de que não devemos nos orgulhar em nossos conhecimentos e experiência própria, mas sim manter os olhos e ouvidos atentos às instruções e ao Conselho dos que são mais sábios que nós. O melhor é sempre ser humilde e reconhecer que temos que dar ouvidos aos que estudam e sabem mais do que nós.
Romanos 131. Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas.
Este versículo nos ensina que as autoridades que existem foram constituídas debaixo do conhecimento de Deus, e que rejeitar a autoridade é rejeitar que Deus tem nas mãos o controle de todos, e que ele mesmo tomará para si qualquer necessidade de julgar uma autoridade. Cabe a nós, portanto, o respeito e à obediência às autoridades, especialmente no que concerne à administração pública e governamental.
1 Timóteo 523. Não continues a beber somente água; usa um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas freqüentes enfermidades.
Este versículo nos mostra que a cura física não é parte essencial do "pacote salvação". Muitos homens de Deus sofreram com enfermidades. Vemos aqui Paulo recomendando a seu discípulo Timóteo que cuidasse da saúde usando um remédio comum da época, o vinho.
Em Gálatas 4:13 vemos que Paulo lembra aos irmãos em Gálatas que foi parar lá e pode pregar o evangelho para eles por causa de uma enfermidade física - ou seja, o próprio apóstolo Paulo teve sua cota de doenças.
Quero finalizar com este versículo: Romanos 14
21. É bom não comer carne, nem beber vinho, nem fazer qualquer outra coisa com que teu irmão venha a tropeçar {ou se ofender ou se enfraquecer}.
O contexto deste versículo é o seguinte: muitos cristãos evitavam qualquer comportamento que pudesse estar "contaminado" com coisas dos ritos pagãos - a melhor carne, por exemplo, era comprada nos fundos dos templos pagãos, já que logo após a oferta de sacrifício dos animais estes eram vendidos a quem quisesse comprar.
Alguns crentes "mais espirituais" compravam e comiam a carne sem preocupação. Também deixaram para trás qualquer padrão ou costume de seguir rituais para certos dias "santos" do calendário religioso da época. Outros, porém, ficavam escandalizados com estes quando descobriam que estes crentes faziam coisas assim, porque entendiam que não era correto comer esta carne sacrificada e que era essencial respeitar os tais "dias santos".
Paulo chama estes crentes de "fracos na fé". Porém, o mesmo apóstolo diz que é melhor NÃO FAZER ESTAS COISAS para não correr no risco de algum irmão mais fraco vir a se escandalizar (ficar confuso e se perder na fé). Resumindo, não devemos ficar dando demonstrações públicas de nossa alta espiritualidade se isto vier a causar duvidas em alguem mais fraco. Devemos deixar de comer carne, mesmo sabendo que não haveria problema, se isto for motivo para um irmão mais fraco vir a se perder na fe.
Em temos desta pandemia, resumindo tudo que eu coloquei acima, a atitude do cristão é a de respeitar as instruções das autoridades, precaver-se de ser alguém que, mesmo sem querer, possa trazer complicações para outra pessoa. Mesmo sendo forte, mesmo crendo que Deus protegerá os seus, há outros que podem ser afetados por nosso comportamento e que poderão sofrer com isto. Então não devemos fazer. Finalmente, lembrar que a cura da doença física só virá definitivamente na ressurreição. Até lá, vivemos em corpo útil, que é ferramenta, e que por isso mesmo deve ser cuidado, mas nem por isso será preservado da forma em que está. Devemos reconhecer que todos podemos adoecer e morrer.

sexta-feira, 13 de março de 2020

Quem é Pedro?

Quem é Pedro? Às vezes penso que é um anjo, daqueles que vem direto do céu para encher nosso coração de esperança.
Outras vezes percebo que é um homem. Age, fala e se comporta como homem, mas não um homem qualquer, um homem como Deus o concebeu, em total plenitude.
Outras vezes ainda parece uma criança, daquelas de quem Jesus diz que "delas é o Reino do Céu".
Pedro é luz, Pedro é vida. E Pedro é filho. Ah, que filho! Que Pedro seja sempre Pedro. Parabéns, Pedro. Parabéns pai de Pedro. Parabéns mãe de Pedro. Obrigado, Deus de Pedro.
***Aniversário de Pedro filho de Alexis

Balões e Felicidade

Um professor trouxe balões e deu um a cada aluno, no salão. Ordenou que escrevessem seus nomes, deixou-os no chão e tirou os alunos. Depois disse-lhes: "Eles têm 5 minutos para encontrarem os balões com os seus próprios nomes". Os alunos entraram e enquanto cada um procurava o seu nome acabaram os 5 minutos. Ninguém conseguiu encontrar o seu.

Mais tarde disse-lhes: "Agora cada um pegue qualquer balão e entregue-o ao dono". Num minuto todos os alunos tinham os seus próprios balões!!

Disse o professor: " Os balões são a felicidade. Ninguém vai encontrá-la procurando a sua própria sem se importar com a de mais ninguém. Temos que dar aos outros para a receber !"

Aprenda a fazer o bem sem esperar nada em troca, porque outro lhe vai devolver em algum momento!

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Os pais querem saber. De tudo. Porém, nem sempre as crianças querem falar. Ou, às vezes, contam menos do que os pais gostariam. Comunicação é a base de qualquer relacionamento saudável, mas nem sempre é tarefa fácil. Então, que tal investir em uma educação afetiva e em abordagens mais empáticas, que revelem um interesse genuíno pelas vivências da criança?
O blog Tudo sobre minha mãe, de Camila Furtado e Fabiana Santos, preparou uma lista de 40 perguntas para ajudar os pais e cuidadores a iniciar uma conversa realmente significativa com os pequenos. São ideias simples e criativas de como substituir o tão batido “como foi na escola hoje?”. Afinal, como diria Adélia Prado, “todo diálogo começa no ouvido”, e bom mesmo é deixar as crianças falarem abertamente.
Vamos treinar a escuta ativa das crianças? Confira essas dicas de comunicação afetiva:

1. O que fez você sorrir hoje?
2. Você foi bom com alguém hoje? Ou você viu alguém sendo bom com outra pessoa?
3. Você viu alguém fazendo uma coisa que não era legal com outra pessoa?
4. Todos os amiguinhos tinham com quem brincar na hora do recreio?
5. Sobre o que era o livro que a sua professora leu hoje?
6. Alguém fez alguma coisa engraçada na escola, que fez você rir?
7. Alguém chorou hoje na escola?
8. Você fez alguma coisa criativa hoje?
9. Qual é a coisa que todo mundo está adorando brincar no recreio?
10. Qual foi a melhor coisa que aconteceu no seu dia?
11. Você ajudou alguém hoje?
12. Alguém te ajudou? Você falou obrigado?
13. Com quem você sentou na hora do almoço/merenda?
14. Houve algo na escola que você não entendeu muito bem?
15. Quem te inspirou hoje? Alguém fez algo que te causou admiração?